

The Virgins Suicides: Sofia Coppola já matou os coelhos desde a primeira cajadada, esse filme foi o primeiro que ela dirigiu. Cada cena é um suspiro, por mais simples que seja, a valorização da simplicidade, daquelas coisas que passam despercebidas, retratadas com uma delicadeza tamanha é o ponto forte dela junto dos temas corriqueiros, mais pesados, mas pouco debatidos, como é o caso desse filme que conta a história de cinco irmãs com uma aura de mistério que as rodeia e que faz com que elas sejam ainda mais um alvo de atração. O trama desenrola a partir da tentativa frustada de suicídio da irmã mais nova, e os pais super protetores, tentam integra-la na sociedade, mas ela acaba se suicidando na segunda vez, depois disso, os pais prendem ainda mais as garotas e cada uma lida de um jeito pra escapulir dessa repressão.

Control: Na verdade se trata de um longa baseado na história do Ian Curtis, vocalista da Joy Division que deu origem posteriormente a New Order, que ta aí até hoje e que eu gosto muito, mas que me da um aperto muito grande no coração pela falta que o Ian faz, haha. Ele é uma das pessoas que eu mais admiro, pelo jeito como lidava com as coisas ruins que ele convivia até quando deu. Aprendi muita coisa com ele passada pelas composições que fazia. Vale muito a pena conhecer esse cara!

Somos tão Jovens: Eu sei que tô um pouco passada nesse dai, mas quis colocar ele aqui porque eu que amo Legião Urbana e o Renato Russo, fui assistir só agora, então pra quem ainda não o viu, vale muito!!! Quem quiser conhecer um pouquinho da história desse cantor/poeta que era o Renato, parecia até que era ele mesmo quem estava atrás da tela!

If I Stay: Chorei todas as pitangas nesse daí. Diabos! Que história mais linda! Após um acidente grave de carro e por isso, perdido sua família, Mia fica em coma e durante esse período ela reflete sobre as coisas que aconteceram com ela antes do acidente e como poderia ser seu futuro caso sobreviva.

Palo Alto: Não é bem uma história propriamente dita, o filme mostra o jeito de como cada um desses adolescentes lidam com seus dramas e tentam se encontrar nessa época da vida. Estrelado por Emma Roberts, o elenco da pesada ainda conta com a participação de James Franco, Natt Wolff e Jack Kilmer.
Um beijo, Lia.






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Confissões de Adolescente: 





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Where the Wild Things Are: Sou apaixonada por esse filme, ele me lembra muito a minha infância, as coisas que o Max fazia, o jeito dele, o mundo em que vivia (imaginava), aliais, o filme roda em torno desse último, e isso é tão bom! Só tem uma coisa, apesar de ser um filme infantil, ele exige bastante interpretação (tem muitas coisas subentendidas, cenas que falam por si e os próprios atos dos personagens). É como se viesse a tona várias sensações que sentia quando era criança, mas só quem viveu consegue sentir, não tem como explicar! 










1 - Um olhar do Paraíso: Acho as cenas desse filme maravilhosas de tão bem produzidas. Tipo no 10 na fotografia. A história também não podia deixar de ser. Susie Salmon, é abordade por um vizinho misterioso para entrar num retiro em um milharal que ele mesmo construiu e acaba que ele a mata. Enquanto a policia e os pais investigam a morte da filha, Susie fica vendo e presa em um lugar entre a terra e o céu. Sério, é o filme de investigação criminal mais lindo que já vi!
3- Maria Antonieta: Por que é tão difícil desapaixonar por uma rainha tão medíocre? Amo muito a história de Maria Antonieta, que virou rainha da França aos seus 14 anos, (todo mundo taca batata na testa dela por ter sido uma péssima rainha, mas olha só a idade que a menina foi praticamente governar um estado e ainda fazer o herdeiro?!).
